Suco de quê?

Criança é como esponja, absorve as coisas rapidinho. Com a pequena brasileirinha não foi diferente. Filha de pai paraense e mãe maranhense, a menina com cabelos de índia um dia captou os adultos falando uma palavra que não conhecia. Curiosa, ela não pensou duas vezes: correu até o pai para perguntar.

— Pai, o que é porra?

Perplexo com a pergunta e sem saber o que responder, o pai improvisou:

— É uma fruta, filha.

Ela deu por satisfeita e voltou a brincar. Até que um dia, a família equipou o carro e saiu para viajar. Na estrada, o pai viu uma banquinha que vendia sucos e frutas e resolveu parar.

O comerciante viu a criançada e logo começou a perguntar:

— Vai querer suco de quê?

A garotinha não hesitou:

— Quero suco de porra, porra, porra!

Furinhos

Era uma manhã de sábado na cidade de Santos. Os raios de sol beijavam o chãol da sala anunciando que o dia estava bom para ir à praia. Na cozinha, a garotinha de quatro anos terminava seu café com leite apressada para ir com a mãe ver o mar.

Chegando na Enseada, como sempre, mãe e filha foram andar perto do mar, naquele pedacinho que ora você caminha na areia, ora nas piscinas razinhas formadas pelas ondas.

A pequena santista caminhava entretida com a água até que uma cena chamou-lhe à atenção:

— Mamãe, olha aquela mulher lá na frente?

— O que ela tem a filha?

— O bumbum dela é bonitinho…cheio de furinhos, igual ao seu..

Bigodinho

Num dia ensolarado depois de muito brincar, a pequena portuguesa na época com três aninhos foi tomar banho com sua mãe. Tudo corria como de costume, quando a garotinha olhou para as partes íntimas da matriarca e com cara de espanto perguntou:

— Mãe, por que você tem este bigodinho?

— Todo mundo tem, filha. Quando você crescer, você também vai ter…

Chorando alto, a menininha de pele alva, olhos e cabelos negros berrou:

— Eu não quero crescer, não quero bigodinho…

Curso de Introdução à fotografia digital no EstudioTeca

Ministrado pelo professor Erico Elias, é o curso ideal para quem gosta de fotografar mas ainda não domina a técnica. Combina a apresentação do equipamento fotográfico com fundamentos técnicos. Será demonstrado na prática como regular a câmera, a partir de equipamento levado pelo professor e pelos alunos.

Neste domingo, dai 26, será o dia da saída fotográfica pelo centro de São Paulo, ocasião para colocar em prática os conhecimentos acumulados na sala de aula.

 Sobre o professor

Formado em Jornalismo (1999-2002) e Fotografia (2003-2005), trabalhou na redação da revista Fotografe Melhor entre 2005 e 2009. Depois disso, tornou-se colaborador especial da revista.

Em parceria com Diego Meneghetti e Guilherme Mota, fundou o Estúdio Teca em 2011. Desenvolveu a metodologia de testes de equipamento da revista Fotografe Melhor, bem como o site da revista. Participou da criação da revista FilmMaker, com a qual colabora desde a primeira edição.

Fez mestrado e atualmente realiza pesquisa de doutorado em Poéticas Visuais, na Unicamp. Passou um ano como visitante na École Nationale Supérieure de la Photographie, em Arles, França (2009-2010). Atua como fotógrafo especializado em matérias de turismo e viagens, sendo colaborador frequente da revista Viaje Mais. Desde 2012 publica os tutoriais de Lightroom da revista Fotografe Melhor.

Compartilhando experiências

É muito bom ter a oportunidade de compartilhar conhecimentos com alguém, seja através ensinamentos técnicos, aspectos teóricos ou, ainda, dividindo experiências pessoais, adquiridas ao longo dos anos. Quando tudo isto pode ser compartilhado de uma só vez, a sensação é ainda melhor.

Foi assim que nos sentimos ao fim do nosso primeiro curso “Formação de VideoMaker”, realizado nos dias 6 e 7 de abril, aqui no Estúdio Teca. Em dois dias, os alunos não só tiveram contato com as principais técnicas de filmagem (na teoria e na prática, aliás) mas, principalmente, puderam compartilhar suas opiniões, dúvidas e expectativas com três experientes professores, garantindo uma experiência muito mais próxima do que o tradicional “sentar e escutar”, apenas.

Já faz um tempinho que o curso aconteceu, é verdade, mas nunca é tarde para comentar o quanto a experiência de participar da formação de outras pessoas é gratificante e desafiadora. Até porque este foi o primeiro de uma série que, esperamos, continue ainda por bastante tempo.

Já estamos com mais dois cursos confirmados. O primeiro é o de “Introdução à fotografia digital”, que será ministrado pelo fotógrafo e jornalista Érico Elias, do Estúdio Teca, e que ocorre nos dias 27 e 28 de abril. Em maio, teremos “O olhar viajante”, sob a orientação do fotógrafo Valdemir Cunha. Mais informações sobre os cursos e inscrições on-line podem no endereço cursos.estudioteca.com .

No alto do post estão algumas imagens do dois dias do curso “Formação de VideoMaker”.

Grande abraço!

 

 

 

Distorções da mídia

Esta semana eu fiz uma matéria sobre a alta do preço dos tomates para o portal Sou Agro (www.souagro.com.br). Antes, consultei os principais jornais para saber o que tem saído sobre o fruto, além do que já vinha acompanhando nas redes sociais e telejornais.

A minha conclusão não é novidade para ninguém: a mídia é extremamente tendenciosa e sensacionalista. Salvo raras exceções, os veículos de comunicação enquadraram o tomate na categoria de responsável pela inflação. Ninguém pode negar que os preços estão na estratosfera – em alguns lugares, o quilo alcançou a cifra de R$ 12 – mas daí a julgá-lo o vilão da inflação há uma enorme diferença.

Eu conversei com o André Braz, economista da Fundação Getúlio Vargas, que me explicou o seguinte. Um ano é o melhor período para avaliar o aumento do preço de um produto hortícola, porque contempla todas as sazonalidades. No caso do tomate, ele subiu 150% em 12 meses. No entanto, o fruto compromete apenas 0,20% da renda da família. “Existem outros itens que pesam muito mais, como o arroz, o feijão e as carnes, porque o consumidor tem pouca margem para substituí-los”, explica Braz.

A inflação é medida de acordo com o aumento de uma cesta de produtos e serviços nas principais metrópoles do país. O índice leva em conta gastos com alimentação, transporte, comunicação, despesas pessoais, vestuário, habitação, saúde e artigos de residência.  Por aí dá para perceber que um único produto dentro de um setor não pode ser considerado o vilão. Quem quiser saber mais detalhes, confira a matéria: http://www.souagro.com.br/tomate-vilao-ou-nao

Depressão: mal dos tempos modernos

Transtornos de ansiedade e depressão são as duas maiores causas de afastamento de trabalho na terra da rainha Elisabeth. Tais problemas levaram o governo inglês a lançar em 2008 um programa para treinar mais de três mil psicólogos em terapia cognitivo comportamental. A estratégia é identificar os sintomas das doenças e fazer um tratamento preventivo, evitando assim que as pessoas se afastem.

A decisão foi tomada pensando a longo termo: o objetivo do governo é reduzir os afastamentos que custam aos cofres públicos cerca de 3 bilhões de libras por ano. No Brasil, segundo o Instituto Nacional de Seguro Social (INSS), a depressão e o estresse são a segunda principal causa de afastamento, só atrás das lesões por esforços repetitivos.  No ano passado, 200 mil pessoas se afastaram por causa dessas duas doenças. Para a Daiane Reis, psicóloga brasileira que trabalha no programa do governo inglês, os ingleses percebem quando algo não vai bem e procuram ajuda. “No Brasil há muita desigualdade social, as pessoas não têm consciência e sempre dão uma justificativa: ela está assim porque o marido está desempregado, porque o filho está envolvido com drogas”, diz.

No Brasil, os órgãos responsáveis pelo atendimento de pacientes com transtornos psiquiátricos são os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), que estão muito aquém da demanda, como toda a saúde pública brasileira. Mas por que será que o brasileiro anda tão deprimido? Em entrevista à rádio CBN, a psicanalista Maria Del Vecchio afirma: “São depressões no plural. Não tem uma só maneira de ficar deprimido, têm várias. Cada um fica deprimido no seu jeito”.

Mas a depressão associada ao trabalho geralmente está relacionado ao excesso de cobrança, metas inalcançáveis, sobrecarga de trabalho e falta de reconhecimento no ambiente profissional. Numa sociedade em que a velocidade dita as regras, o deprimido está excluído.  “Você encontra uma pessoa e diz: E aí, tudo bem? Ela responde que está correndo e aquele que não corre está excluído. O deprimido se caracteriza por ser alguém que está lentificado, alguém que não vê sentido na vida, aquele que está introvertido”, diz Maria.

O fato é que o Brasil gasta R$ 4 bilhões com auxílio-doença e aposentadoria. De acordo com um estudo da Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgado em 2011, proporcionalmente, o Brasil é o país com maior prevalência da doença 10,8% da população apresenta distúrbio. Diante desses dados, o governo poderia se inspirar no exemplo inglês e fazer um programa preventivo, porque como diz o ditado: “antes prevenir do que remediar”.

Lançamento de livro: Paixões de Bauru, de Fernando BH

Está agendado para a próxima quinta-feira, dia 28 de março, o lançamento do primeiro livro com a marca do Estúdio Teca. “Paixões de Bauru”, escrito pelo jornalista Fernando BH, também inaugura a carreira literária desse nosso grande amigo e resgata, com muita alegria, os tempos vividos na “Cidade Sem Limites”, onde todos os profissionais aqui do Estúdio foram formados.

Mas esse sentimento é só de bastidores, pois o tema do livro é outro. A obra conta a trajetória de dois times de Bauru, o Noroeste e o Bauru Basket, no ano de 2012. É um anuário que traz o que de melhor rolou no futebol e no basquete da cidade, com informações muito bem apuradas pelo BH.

Colaborar com projetos bacanas como esse é um dos trabalhos mais gratificantes do Estúdio Teca. Acompanhar o desenvolvimento e ajudar com nossa estrutura e know-how é o que nos move. Por isso, para quem estiver na região de Bauru, é só se achegar. O lançamento será aberto a todos os convidados. Começa às 20h, no Alameda Quality Center. Confira abaixo o release e mais informações sobre o livro.

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Anuário conta a trajetória de Bauru Basket e Noroeste em 2012

‘Paixões Bauru’ é o primeiro livro do jornalista Fernando BH

A inesquecível conquista da Copa Paulista pelo Noroeste. O heroico triunfo do Bauru Basket sediando chave da Liga das Américas. A reviravolta política do Norusca. A ida de Larry Taylor para a Olimpíada de Londres. Esses e outros momentos que mexeram com as emoções dos torcedores bauruenses, em 2012, estão reunidos no livro “Paixões Bauru”, primeiro volume do “Anuário Canhota 10”, de autoria do jornalista Fernando BH.

Editor do blog Canhota 10 (www.canhota10.com), que acompanha de perto os passos do Bauru Basket e do Noroeste, BH reuniu seus melhores textos no ano para registrar de forma definitiva o capítulo 2012 da história dos principais ícones do esporte da Cidade Sem Limites.

“De forma cronológica, o leitor poderá acompanhar a caminhada dos times, com dados de todos os jogos do ano, informações e bastidores. Quem já sabe os finais, vai reviver e guardar na memória. E quem perdeu alguma parte, a leitura será garantia de emoções”, avisa o autor.

Fernando BH mora em Bauru desde 1999, quando veio cursar Jornalismo na Unesp. Atua na Editora Alto Astral desde 2003, onde hoje é editor-chefe das revistas Todateen, Malu, Guia da TV e dos títulos esportivos. “Sou apaixonado pela cidade e tenho imensa gratidão por ter me acolhido. O livro é uma retribuição e a concretização da minha identificação com Bauru”, comenta BH.

A obra, editada pelo Estúdio Teca, inaugura uma série que deverá marcar o calendário literário e esportivo de Bauru. Tem o apoio cultural de Paschoalotto Serviços Financeiros, Grupo Tiliform, Alameda Quality Center, Mibra Autopeças, Music Sound e Rolafuso.

O lançamento do livro será no dia 28 de março, às 20h, no Alameda Quality Center.

Ficha técnica
Anuário Canhota 10 – Paixões de Bauru
(A trajetória de Bauru Basket e Noroeste em 2012)
Editado pelo Estúdio Teca
Lançamento: 28 de março, 20h, no Alameda Quality Center, em Bauru (SP)
Preço: R$ 25

Franciscos

Jorge quem? Argentino? O nome do novo papa não esteve na mídia nos últimos dias nem era dos mais cotados para este conclave, apesar de ter ficado em 2º lugar quando Bento 16 foi eleito.

Nasceu Jorge e virou Papa Francisco. O primeiro latinoamericano e o primeiro a adotar o nome do santo de Assis, frequentemente reduzido a protetor dos animais.

Francisco – o italiano – nasceu Giovanni , era filho de um rico comerciante de tecidos e adorava festas e bebedeiras.  Converteu-se ao cristianismo depois de voltar das Cruzadas, doente, dormindo dentro de uma igrejinha em ruínas. Num sonho, Jesus lhe disse: “Francisco, reconstrói a minha Igreja”. Mensagem que ele entendeu literalmente e o levou a reformar o pequeno templo despedaçado.

Mas o pedido ia além e o resto da história é bem conhecido: o santo se despiu de todo bem material, aproximou-se dos pobres e doentes e releu o Evangelho com a própria vida. Fez-se de louco, rolava em espinhos, sofreu estigmas, sempre procurando agir conforme a vontade de Deus. Em pouquíssimo tempo – sobretudo para os padrões do século 13 – tornou-se popular em todo o ocidente.

A escolha do nome indica que Francisco – o argentino – carregará os passos do italiano em seu pontificado.  Em meio a escândalos de corrupção e abusos sexuais, a cúpula da Igreja parece precisar de uma reconstrução mais calcada nos ensinamentos de Jesus e mais distante das falências humanas. Justamente o que o santo de Assis pregava e desejava.

Até dá para traçar paralelos na biografia do novo pontífice. Sabe-se que Papa Francisco sempre usou transporte público, preparava sua comida e viajava em classe econômica quando ia à Roma.  Mais próximo ainda do jovem de Assis é o fato de ter lavado os pés de 12 doentes com Aids, em 2001, durante uma visita a um hospital. Quando recebeu o título de cardeal, em 2002, pediu aos fieis de sua paróquia que doassem aos pobres o dinheiro arrecadado para acompanha-lo,  em vez de pagar as passagens aéreas para a Itália.

Numa época em que tanto se fala e tantos querem falar, o recém-pontífice optou por baixar a cabeça e pedir aos fiéis que falassem por ele, a Deus, pedindo que fosse abençoado.

É bem verdade que sua imagem já foi manchada com denúncias sobre sua posição durante a ditadura na Argentina, sob acusação de que teria sido cúmplice do sequestro de dois padres jesuítas argentinos, durante o regime militar. A conferir. E a evocar, mais uma vez, o Francisco da Itália:  “O homem é o que é diante de Deus. E nada mais.”

Viva o centro!

Desde que o Estúdio Teca se instalou na Rua Libero Badaró, minha relação com o centro da cidade vem mudando. Lugares como o Viaduto do Chá, o vale do Anhangabaú, a Praça do Patriarca e a Praça da Sé deixaram de ser lindos cartões postais e se tornaram parte do meu dia a dia quando estou em Sampa.

Comecei a questionar como pude passar tanto tempo vivendo em São Paulo sem me aprofundar na história da capital paulista. Lembrei-me de uma visita guiada à igreja de Saint Joseph no Canadá, quando o guia disse que o órgão de tubos da Basílica era o segundo maior das Américas, só perdendo para o da Catedral da Sé. Naquele instante, todo o grupo se voltou para mim. Eles sabiam que eu era de São Paulo e me perguntaram: “Você conhece?”. Na época (2006), minha resposta foi não.

Voltei daquela viagem decidida a conhecer de fato a capital paulista, e conheci. Mas posso dizer que só agora entendo a paixão e envolvimento das pessoas pelo centro de São Paulo. Uma coisa é fazer visitas pontuais, outra bem diferente é vivenciar o lugar no dia a dia.  Devo esta experiência à localização do Estúdio, que fica apenas alguns metros do Edifício Martinelli, prédio que já foi o maior arranha-céu do Brasil e da onde dá para se ver o Edifício Altino Arantes, a torre do Banespa, um dos mais emblemáticos símbolos de São Paulo.

Trabalhar no centro é uma lição de história constante. Não dá para passar pelo Theatro Municipal sem ficar de queixo caído. Fico pensando como o poderio se impunha através da arquitetura naquela época. O lugar projetado pelo escritório de Ramos de Azevedo, o mesmo responsável pelo Mercado Municipal, foi inspirado na Ópera de Paris.

Acho incrível pensar que São Paulo começou a crescer ao redor do triângulo das igrejas: Catedral da Sé, Igreja de São Bento e Igreja do Carmo. E por falar em Sé, ela se tornou minha igreja brasileira predileta. Adoro o estilo neogótico sem os rococós presentes nas igrejas barrocas de Ouro Preto.  Uma vez ali, há uma série de passeios interessantes a se fazer.

A Caixa Cultural fica a poucos minutinhos de caminhada e está com duas exposições em cartaz. Um olhar livre apresenta as fotografias do lituano Antanas Sutkus e Elas, as imagens de Pascal Mannaerts sobre a força e beleza femininas.

Saindo do centro cultural e virando à direita, você pode ir até o Solar da Marquesa de Santos, que foi a amante de Dom Pedro I e visitar a Casa da Imagem, primeira casa de alvenaria de São Paulo, que no momento hospeda a exposição do fotógrafo German Lorca sobre a cidade de São Paulo entre os anos 50 e 60. Detalhe: há registros da construção e inauguração da igreja da Sé, bem como do desfile cívico no Parque do Anhangabaú no IV centenário da fundação da cidade. E para finalizar com chave de ouro, minha sugestão é tomar um café sem pressa no Pátio do Colégio. Que tal?

OBS: Crédito da foto é de Diego Meneghetti

Serviço:

Casa da Imagem, antiga Casa 1
Endereço: Rua Roberto Simonsen, 136-B
Urbanas, exposição de fotografias de German Lorca (De 15 de novembro de 2012 até  26 de maio de 2013)
Atendimento: terça a domingo, das 9h às 17h

Solar da Marquesa de Santos
Foi residência de Domitilla de Castro de Canto, a Marquesa de Santos, de 1834 a 1867
Endereço: Rua Roberto Simonsen, 136
Atendimento: Terça a domingo, das 9h às 17h

Caixa Cultural
Endereço: Praça da Sé, 111
Exposição I: Elas por Ele, do fotógrafo Pascal Mannaerts (De 02 de março a 28 de abril)
Exposição II: Um olhar livre, do fotógrafo lituano Antanas Sutkus (De 02 de março a 21 de abril)
Atendimento: Terça a domingo, das 9h às 17h